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Durante o "Fórum Nacional do Agronegócio" organizado pelo LIDE Argentina, CEOs de empresas como Los Grobo, Adecoagro, Goyaike e líderes do setor alertaram sobre as dificuldades enfrentadas pelo campo devido ao gap cambial, o impacto da seca e a falta de progresso em questões como uma nova lei de sementes, entre outros. Além disso, como alertaram, a possibilidade de um novo dólar da soja paralisou o mercado, com as vendas do grão desacelerando.
O evento, que reúne as principais lideranças, especialistas públicos e privados do setor, foi realizado no Palácio Alvear. Lá eles falaram sobre o potencial da atividade, mas também, entre outros pontos, que “o aumento de custos é em dólares”. Para os executivos, isso faz com que eles andem "mais devagar" e percam competitividade.
No primeiro painel, formado por Christian Angio, CEO da Goyaike; Enrique Flaiban, CEO do Grupo Los Grobo; Ezequiel Garbers, country manager da Adecoagro; Agustín Dranovsky, CEO da Compañía de Tierras Sud Argentino, enfatizou que a agricultura “não produz dólares”, mas sim “soja, milho, produtos, alimentos” e que, devido ao problema da diferença cambial, “está comprometida com pagamentos a o Exterior".
“Estamos presos à lei de sementes e é ela que mais vai estimular a produção em 40%, 50%, 60%. Isso me parece fundamental porque estamos perdendo competitividade. Estamos perdendo uma grande oportunidade agora com isso”, disse Garbers, que considerou que é hora de investir e cuidar dos recursos naturais. → notiagro.blogspot.com
Tradução automática do espanhol.
