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17 Abril, 2018
Governos e líderes empresariais na América defendem o livre comércio
Na III Cúpula Empresarial das Américas, eles expressaram seu apoio ao levantamento das barreiras comerciais.

Em um momento em que o protecionismo está em alta, os chefes de estado e governo, bem como o setor empresarial da América, defendem a derrubada de barreiras comerciais e a promoção do livre comércio e da integração da região, informa a agência de notícias Xinhua.

Na III Cúpula Empresarial das Américas, realizada em Lima, no marco da VIII Cúpula das Américas, falaram alguns dos chefes de Estado do continente. "A natureza mutável da economia global requer mais integração e alianças", disse o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, no fórum de negócios. "Temos que levantar as barreiras comerciais e integrar nossas cadeias de produção", acrescentou.

Por sua parte, o presidente mexicano Enrique Peña Nieto disse que o México não acredita em protecionismo ou isolamento, enquanto o ministro da Economia do Panamá, Dulcidio De La Guardia, falando à agência chinesa, disse que a política pública do seu país "visa continuar promovendo abertura comercial e comércio."

Uma iniciativa "tremendamente ambiciosa"

"Para o Panamá, sua principal vantagem comparativa é, precisamente, servir o comércio mundial e acreditamos que o livre comércio é o caminho para o futuro", disse o ministro, observando que "qualquer medida tendente a limitar o comércio" não é dos interesses do Panamá".

Os líderes empresariais da região também demonstraram a favor do livre comércio. Gustavo Grobocopatel, presidente do grupo agrícola argentino Los Grobo, disse que as restrições nos mercados levaram a guerras comerciais. "Isso não significa que um país não deve ter políticas inteligentes para se integrar ao mundo", disse o empresário, para quem os governos devem tomar medidas que facilitem o comércio e não o impeçam.

Por sua parte, o representante do conglomerado chileno Sigdo Koppers, Mauricio Castillo, acredita que a iniciativa proposta pela China sobre a Nova Rota da Seda beneficiaria a América Latina. "Acreditamos que esta iniciativa, que é tremendamente ambiciosa, visa beneficiar muitos países através do comércio", disse Castillo. "A América Latina deve participar desta iniciativa e tirar proveito dela, enquanto a China pode se beneficiar de ter um grande mercado (na América Latina) com recursos, é uma virtuosa reciprocidade", acrescentou.

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Fonte: actualidad.rt.com
Tradução automática do espanhol.

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