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28 Setembro, 2018
Grobocopatel: “A edição genética modifica tudo, reduz custos e democratiza“
Cada vez mais, a robotização e a inteligência artificial estão sendo aplicadas no agronegócio, com resultados surpreendentes.

Com essa perspectiva, Gustavo Grobocopatel, do Grupo Los Grobo, considerou que "em pouco tempo falando de transgênicos serão medievais" e assegurou que "a edição genética modifica tudo, reduz custos e democratiza".

O empresário, que falou no Seminário ACSoja 2018, realizado em Rosário sob o lema "Soja, motor do desenvolvimento sustentável argentino", disse que "a tendência da semeadura direta é a robotização". Vamos ver robôs impressos em 3D que semeiam, e isso pode ser uma oportunidade para a indústria de maquinário".

E ele foi além, argumentando que com a "agricultura de precisão, a robotização e o maior uso da tecnologia, vamos transformar nossos campos em campos de teste; seremos capazes de ensaiar o processamento das informações que geramos em nossos campos. Podemos ter o INTA em nossos campos".

Nesse contexto, ele defendeu a necessidade de inovar e deparar-se com o novo paradigma produtivo, afirmou que "o desafio é se sermos protagonistas ou consumidores". A captação do valor agregado estará naqueles que puderem se desenvolver e ser pioneiros e nos distrairemos pelo corte de criminosos ", em clara alusão às mudanças de regras para a agroindústria.

Nesse contexto, ele disse que "estamos dando aos concorrentes a oportunidade" de avançar e ser líderes.

Rejeição de retenções Na Bolsa de Valores de Rosário, os empresários e os referentes de soja não perderam a oportunidade de questionar o retorno das retenções.

"Na Argentina, a capacidade de moagem triplicou em 20 anos; as retenções impediram o crescimento da soja", disse Roberto Urquía, do Aceitera General Deheza.

"Espero que o pessoal da Secretaria do Agronegócio se retire rapidamente", acrescentou o empresário cordobês.

E foi além para afirmar que "90% da exportação de soja estará nas mãos da China. Competitividade é a chave para bons valores de vendas".

A esse respeito, ele acrescentou que "vamos acabar nas mãos da China, que nos pagará o feijão pelo que quiser". Você tem que industrializar; mas o governo não parece entender".

Por sua vez, Luis Zubizarreta, presidente da ACSoja, disse que "embora a cadeia seja competitiva, o custo tributário é sufocante".

"Pedimos que as medidas tomadas no curto prazo sejam revertidas", acrescentou o diretor.

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Fuente: Agroverdad. Especial: Mariana Scalerandi.
Tradução automática do espanhol.

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