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“Somos uma equipe movida por uma visão e pela busca pela qualidade, excelência e competitividade, única forma de fazer negócios sustentáveis ao longo do tempo”, disse o empresário sobre a evolução da empresa ao longo dos anos.
“Somos mais de 700 pessoas que trabalham diretamente e cerca de 5.000 clientes -a maioria pequenos produtores agrícolas-, além de 3.000 prestadores de serviços”, disse.
“As empresas hoje são definidas não só por quem está dentro, mas também por seus fornecedores, que são necessários para fazer a empresa”, explicou nesse sentido.
“Estamos operando principalmente na província de Buenos Aires, mas também temos presença em Córdoba e La Pampa, alguns de Santa Fé e estamos crescendo muito em Entre Ríos”, descreveu a referência do agronegócio.
E explicou: "Somos uma empresa que origina matéria-prima, da qual parte é exportada. Mas a maior parte das nossas commodities vai para processadores que se encarregam de exportar esses produtos ou com destino ao mercado interno."
“A força da Los Grobo não é a exportação, mas sim a prestação de serviços aos produtores e a criação de uma forma de fazer produtos competitivos e de altíssima qualidade”, sublinhou Grobocopatel.
Em outro trecho da palestra, o especialista se referiu à autorização do Governo do Brasil para a entrada do trigo transgênico argentino.
Trata-se do projeto da Universidad del Litoral sobre a aplicação dos genes do girassol ao trigo e outras culturas, que assim desenvolvam uma maior tolerância à seca.
“Desta forma, mais pode ser produzido em situações de estresse hídrico. É algo fundamental para um setor como o campo que enfrenta o desafio das mudanças climáticas e de produzir mais e melhor e melhor”, disse o chefe da Los Grobo em o programa que conduz Carlos Manzoni, editor de "Economía" do jornal La Nación.
“Para mim é uma das novidades mais marcantes dos últimos anos. A peculiaridade é que se trata de uma descoberta de cientistas argentinos”, disse o empresário.
Segundo o especialista, “na Argentina estamos fazendo biotecnologia no mais alto nível do mundo e damos uma grande contribuição ao desenvolvimento tecnológico global. É algo que nos deixa muito felizes”.
Sobre o que vai acontecer no setor durante 2022, Grobocopatel (foto) destacou: “A produção de trigo tem sido muito boa e as dúvidas estão na produção de milho e soja. Vamos saber o que pode acontecer”.
“Na Argentina a produção (agrícola) está estagnada há sete anos. Este é um sinal amarelo porque deveríamos estar produzindo muito mais do que estamos fazendo agora”, exclamou o ruralista.
“Isso acontece porque a economia do produtor é altamente condicionada pelo pagamento de impostos e retenções na fonte, o que faz com que não seja aproveitada toda a tecnologia que deve ser utilizada. É um pé que se coloca acima da cabeça do ruralista”, afirmou. esclarecido.
“Se pudéssemos resolver essa questão, estaríamos produzindo pelo menos 20 ou 30% a mais e isso traria benefícios tanto para os produtores quanto para o país, que poderá arrecadar mais e gerar mais oportunidades”, disse o empresário.
E aconselhou: “A Argentina tem que transformar suas matérias-primas em produtos de valor agregado. Isso é o que o mundo está pedindo. Isso não é seguir as políticas erradas que se viam há muito tempo”.
“No dia em que resolvermos isso, teremos uma explosão de investimentos, produção, divisas e geração de empregos. Nossos líderes devem virar a página e trilhar um caminho para o progresso”, finalizou. → somospymes.com.ar
Tradução automática do espanhol.
