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Durante o encontro, Sívori agradeceu à Câmara o trabalho na elaboração do Relatório, bem como a participação no Conselho Público-Privado de Promoção das Exportações (CPPPE) que atua na órbita deste Itamaraty. El CPPPE reúne a 374 cámaras y entidades del sector privado pertenecientes a 76 complejos exportadores, con las que se trabaja de manera conjunta para definir una estrategia de inserción internacional y diseñar un Plan de Promoción Comercial con acciones concretas a realizar en cada uno de los mercados de interesse. Ao mesmo tempo, o Conselho articula uma mesa de trabalho com as Câmaras Binacionais, que alimentam o trabalho de cada uma das mesas setoriais com sua inteligência comercial e, assim, colaboram com a tarefa de definir os mercados-alvo e as ações de promoção comercial.
Sívori considerou o relatório apresentado como um insumo fundamental para pensar a estratégia de promoção comercial da Argentina na China. Ele também enfatizou que o comércio bilateral com a China cresceu em ritmo acelerado nos últimos 20 anos. No entanto, as importações globais da China evoluíram a um ritmo superior às vendas do nosso país ao seu mercado: se em 2002 as exportações argentinas representavam 0,5% das importações globais chinesas, em 2021 essa magnitude passou para 0,25%.
Por outro lado, as estatísticas mostram que os produtos que a Argentina oferece são cada vez mais procurados pela China. Os principais produtos exportados pela Argentina para a China têm um peso crescente em suas importações globais: nos últimos 20 anos, esses produtos passaram de representar 7% do total das importações chinesas para 15%. Isso está em linha com o crescimento da demanda global por alimentos da China: os 15 principais alimentos importados pelo país asiático passaram de 2,5% para 5% do total das importações chinesas no mesmo período.
Tudo isso indica que há potencial para continuar aumentando a presença de nossos produtos naquele país, enfrentando o desafio de continuar tornando a pauta de exportação mais complexa e agregando mais valor a cada produto exportado.
Por sua vez, o presidente da Câmara Argentina-Chinesa, Sergio Spadone, destacou que a Argentina tem um enorme potencial para reverter o déficit comercial com o país asiático. Para o efeito, salientou a necessidade de continuar a aprofundar o trabalho realizado, de forma a conhecer em profundidade as novas exigências dos consumidores chineses em termos de rastreabilidade, segurança e design de produto.
O evento continuou com um segmento de apresentações técnicas para cada capítulo do Relatório “Oportunidades e Negócios com a China” elaborado pela Câmara. O painel foi integrado por Germán Iturriza, Chefe de Exportação do Grupo Los Grobo, que falou sobre a relação com a China no campo do agronegócio; Fernando Fazzolari, coordenador do capítulo do relatório sobre energia, mineração e infraestrutura; Miguel Paissanidis, coordenador do capítulo de telecomunicações e tecnologia; Mag. Du Xiaolin, coordenador do capítulo sobre turismo; e Alejandra Conconi, coordenadora do capítulo sobre Marca País Argentina na China.
Agricultura
Entre todos os temas expostos no lançamento da pesquisa, destaque para a comercialização de proteínas, como é o caso do sorgo, produto que conseguiu entrar na China quando, em meio à crise econômica mundial de 2008, os Estados Unidos Estados tiveram um declínio significativo na mesma produção. Como consequência, a China procurou a Argentina e, assim, as portas do mercado se abriram.
"A produção de sorgo vem crescendo", disse Germán Iturriza, "assim como a cevada que conseguiu exportar um milhão e 200 mil toneladas para a China no ano passado", algo que a Câmara Argentina-Chinesa sustenta "deve ser o andar para progredir."
O Relatório foi compartilhado digitalmente em 2021 e publicado em 2022. O conteúdo do livro está disponível em dois idiomas (espanhol e chinês) e pode ser baixado gratuitamente em www.argenchina.org/informes.
Tradução automática do espanhol.
