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11 Abril, 2022
O futuro do trabalho. Cinco chaves para entender as novas gerações
A entrada dos jovens no mercado de trabalho é acompanhada de novas demandas como um modelo híbrido presencial, maior flexibilidade de horários e benefícios que vão além do salário.

A transformação digital passou por eles, e ao mesmo tempo eles são os protagonistas da mudança cultural no mundo corporativo. Trazem uma liderança diferente, mais horizontalizada, e exigem das empresas uma flexibilidade que faz ranger as estruturas tradicionais. Talentos com menos de 40 anos (em suma, millennials e centenários) marcam o caminho que as empresas que querem ser escolhidas por profissionais devem trilhar daqui para frente.

Qual é a direção que esses jovens apontam? De acordo com o estudo A visão dos jovens na nova normalidade do trabalho, realizado pelo IDEA Joven e pela área de pesquisa do instituto empresarial, observa-se que eles estão interessados ​​em uma rotina de trabalho mais flexível e estruturada de forma híbrida. Também que o dinheiro não é tudo quando se trata de aceitar um cargo, mas é o principal fator para permanecer em uma organização. E, além disso, querem uma progressão na carreira, mas isso não implica em maior estresse.

“São líderes participativos que desafiam os processos tradicionais. Eles buscam respostas rápidas e ágeis, pois sendo nativos digitais, tudo é alcançado a um clique de distância. Eles precisam tentar, ser capazes de errar e tentar de novo, e transferem isso para suas equipes”, reflete Sandro Cosentino, chefe de Gestão de Talentos e Relações Internacionais do Grupo Los Grobo.

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Tradução automática do espanhol.

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