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03 Janeiro, 2018
Uma sociedade que aprende
Por Gustavo Grobocopatel, pelo livro "100 políticas para a Argentina de 2030", publicado em dezembro de 2017. Presidente do Grupo Los Grobo; Membro do Conselho de Administração, AEA. Agrônomo (UBA).

Diante da velocidade das mudanças e da turbulência, o importante é preparar-se da sociedade, do Estado, das empresas e das organizações em geral, para aprender e se adaptar.

Minha proposta é criar ou renovar instituições para cumprir essa função. Como as organizações analisam mudanças, projetam e criam o futuro? Como essas idéias são transformadas em políticas públicas e instrumentos de gestão ou incentivos? Como esses processos são mais úteis? Como os mecanismos de participação cidadã são gerados?

Devemos fazer mudanças estruturais profundas nos sistemas de serviço público, educação, treinamento e pesquisa, sistemas fiscais e de aposentadoria, serviços bancários.

Fortalecimento e apreciação pública da cultura da empresa, como base para o desenvolvimento de um país. Simbiose das três culturas, literárias, artísticas e históricas, científicas e tecnológicas, e de negócios e ação, como base para a afirmação da identidade cultural de um país.

Políticas econômicas com constante e permanente atenção aos problemas de emprego, não através de assistência simples ou subsídios a empresas não competitivas, mas através de treinamento contínuo e a possibilidade de reciclagem para setores em expansão.

Descentralização, estatutos de autonomia administrativa e promoção da governança local.

Transversal, e não-vertical e hierárquico, fluxos de informação.

Princípio da subsidiariedade, isto é, decisões tomadas ao nível hierárquico mais baixo possível.

Graduação constante e contextualização das mudanças estruturais, levando em consideração a situação nacional e internacional.

Esforços e mecanismos para a cooperação econômica e política no contexto de grandes agrupamentos regionais.

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